The Garoupini Chronicles
domingo, fevereiro 29, 2004
 
Parabéns e obrigado, Benfica!
Não podia deixar passar esta data sem dar os meus mais sinceros parabéns ao Benfica pelo seu centenário. Desde que me conheço, este clube só me tem dado alegria e felicidade. Como poderia esquecer aquela noite mítica em Vigo onde perderam 7-0...foi uma noite mágica. Jorge de Brito, Manuel Damasio e o grande Vale e Azevedo. São tantos os bons momentos que o Sport Lisboa e Benfica me proporcionou, que é difícil escolher o melhor ou o maior. Ver o Fernando Aguiar a jogar, o Armando, o Carlitos, o Marcelo , o Washington Rodriguez, o Bossio, enfim tantos ao longo dos tempos, que outro clube me conseguiria por a chorar a rir sem ser o Benfica? Agradeço ao Benfica tudo o que me deu nestes anos de existência e espero que assim continue. Obrigado pela derrota no Estádio da Luz, no primeiro jogo oficial no novo estádio. Obrigado pelo empate em casa com o Moreirense no jogo do centenário. Só tu, grande Benfica, consegues por o país a rir. Parabéns, obrigado e força para continuar a pintar Portugal de gargalhadas.
quinta-feira, fevereiro 26, 2004
 
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quarta-feira, fevereiro 25, 2004
 
No leitor de cds esta semana...


Billy Idol - Greatest Hits
 
Os "OVNIS" do futebol
Depois de mais um jogo para o campeonato nacional da SuperLiga, chegou agora a vez de fazer a vistoria ao estádio. Adelino Torres é o encarregado pela manutenção do estádio do Restelo há já 15 anos. Diz que já viu de tudo no relvado do clube lisboeta, desde “sapatos, garrafas de água, carteiras e óculos”. Tudo isto lançado pelos adeptos para dentro do campo.


Depois da derrota em casa, com a Académica, por cinco a zero, Adelino Torres vai iniciar a primeira vistoria ao estádio. Como o resultado foi negativo para o Belenenses, este homem de 54 anos já espera de tudo. “Como perdemos, e, ainda por cima, por cinco a zero, as pessoas têm sempre tendência a lançar mais objectos para o relvado” diz, com um ar agastado. “Normalmente, principalmente as claques organizadas, atiram os bancos em que estão sentados. Não só podem causar ferimentos graves se acertarem em alguém mas, também, não reparam que estão a prejudicar o clube.” Quando o Belenenses joga com uma das chamadas equipas grandes da SuperLiga, no estádio do Restelo, Adelino já sabe à partida a missão que lhe espera para depois do encontro. Como estes jogos atraem mais pessoas ao estádio, o número de materiais a ser lançado para o relvado é superior. “Quando o Belenenses joga com o Benfica, Porto ou Sporting, aqui no Restelo, tenho que me preparar mentalmente para aquilo que vou encontrar depois do jogo.
Normalmente, quando a equipa grande não ganha, e, como as claques são em maior número, lá atiram cadeiras, cadeiras e mais cadeiras. Têm um mau perder imenso.”
Mas nem tudo é negativo. Existe sempre algo engraçado e peculiar no tipo de coisas que as pessoas atiram para o relvado. Este antigo praticante de atletismo do CF “Os Belenenses” já chegou a encontrar os objectos mais estranhos no relvado do Restelo. “Por duas ou três vezes encontrei uns sapatos. Seja quem tenha atirado, foi descalço para casa de certeza. Também umas vezes encontrei óculos, pilhas, comida, então sacos de tremoços são em quase todos os jogos, máquinas fotográficas e até mesmo telemóveis”, diz Adelino, esboçando risos. “Mas aquilo que encontro mais é sem dúvida moedas. Muito gostam as pessoas de atirar dinheiro.”

“Peguei num brinquedo do meu filho e lancei para o relvado”

“Até sou uma pessoa bastante calma mas, quando vou ver os jogos do Benfica ao estádio, às vezes perco a minha serenidade, e, lá mando qualquer coisa para o relvado”, diz Miguel Castro. Tem 35 anos e desde os 16 que vai assiduamente aos jogos do Benfica, no Estádio da Luz. Ás vezes irrita-se tanto com os jogos da equipa da águia que, para além dos nomes menos simpáticos que chama ao árbitro e aos jogadores, pega em qualquer coisa e lança para dentro de campo. “Talvez, o episódio que mais me envergonho, foi num jogo com o Boavista, há uns anos, em que perdemos por três a zero em casa. Fui com o meu filho ver o jogo, e , de repente, quando o Benfica sofreu o terceiro golo, peguei num brinquedo que ele tinha e lancei para o relvado”, diz, um
pouco embaraçado. “Julgo que era um carrinho daqueles pequenos. Só espero não ter acertado em ninguém. ”

A almofada que acertou no policia

A distância entre as bancadas e o relvado varia segundo os estádios. Há recintos onde ,facilmente, é possível atirar qualquer coisa e acertar nos intervenientes do espectáculo. Nesses casos a intervenção da polícia é mais “complicada e difícil”, diz André Rosado. É subchefe da esquadra da PSP, em Benfica, e já conta com alguns jogos no seu currículo. Fez parte da equipa de segurança montada no último Benfica-Porto mas ,curiosamente, este homem de 48 anos afirma que os jogos mais difíceis acabam por ser entre as equipas de escalões inferiores. “A pressão nos jogos grandes entre Benfica , Porto e Sporting é claro maior mas, nos jogos entre equipa de bairros e regiões, onde as infra-estruturas oferecem pouca segurança, acaba por ser mais complicado. Os adeptos ,facilmente, acertam nos jogadores e no próprio árbitro”, diz André Rosado. “Nestas situações somos chamados mais a intervir, já que somos nós que tratamos da segurança não só dos adeptos mas também dos próprios jogadores.”
Garante que já lhe acertaram com “tudo um pouco” nos campos de futebol. Mas não esquece uma vez em que, num jogo do Futebol Benfica da divisão distrital, foi atingido por uma almofada. “Nestes jogo esperamos de tudo, desde moedas, cadeiras, garrafas de água, mas nunca almofadas”, diz André Rosado, entre risos e gargalhadas. “Suponho que alguém tenha levado uma almofada para o estádio para se sentir mais confortável e, depois lembrou-se de a atirar para o relvado.”

A cabeça de porco de Luís Figo

Por todo o mundo, em todos os estádios e campos de futebol, é já quase uma tradição o arremesso de objectos para o relvado. Desde as habituais moedas, laranjas, maças até guarda-chuvas e sapatos. Quando Luís Figo foi jogar com o Barcelona, em Nou Camp, depois da sua transferência para o Real Madrid, de tudo um pouco foi atirado para o relvado. Para a história ficou a fotografia de uma cabeça de porco, atirada por um adepto, em pleno relvado do estádio do “Barça”. Qual será então o processo mental que leva uma adepto a atirar tais objectos para o relvado?

“Explica-se pela personalidade e auto-controlo”

“É uma forma um pouco mais radical de expressar um certo stress ou irritação”, diz Vanda Gomes, psicóloga. “A ida ao futebol por parte de certas pessoas serve muitas vezes para exteriorizar certas emoções. As pessoas gritam, discutem, riem, festejam os golos, é todo um conjunto de sentimentos e emoções.”
Mas então como será possível justificar o lançamento de sapatos para o relvado, ficando a pessoa literalmente descalça?
“Há indivíduos que estão tão inseridos no calor do jogo que nem pensam duas vezes antes de cometer algum acto”, responde Vanda Gomes. “Não é muito normal a pessoa atirar um sapato no meio de um jogo de futebol, mas isso explica-se pela personalidade e auto-controlo do indivíduo. Como em vários sectores da nossa realidade, existe sempre aquele ou aqueles que levam as situações um pouco mais ao extremo.”


Cadeiras voadoras em Guimarães


O último caso grave de lançamento de objectos, por adeptos de futebol, foi em Guimarães. Depois do final do encontro entre a equipa do Vitória e do Boavista, os espectadores presentes no remodelado estádio “D. Afonso Henriques” decidiram presentear a equipa adversaria e a equipa de arbitragem com uma chuva dos mais variados tipos de objectos. Primeiramente, foram moedas. Seguiram-se, então, as cadeiras voadoras do estádio de Guimarães. Guarda-chuvas, comida, livros, relógios de pulso e chaves, tudo foi lançado pelos adeptos que se encontravam no recinto do Vitória de Guimarães.

segunda-feira, fevereiro 23, 2004
 
Noticias insólitas do mundo do futebol
Em jogo de uma divisão inferior do campeonato chileno, entre o La Gonzalina e o Bandera do Chile, um dos jogadores da equipa da casa (La Gonzalina) não gostou do golo marcado por um jogador da equipa forasteira no último minuto do jogo e, em pleno relvado, puxou de um revolver! Disparou três tiros em direcção do atacante do Bandera do Chile, falhou os dois primeiros mas o terceiro acertou de raspão no jogador chileno.

No último mês, a direcção do Bayern de Munique instaurou um multa de 5 mil euros a qualquer funcionário do clube que mencione o nome do próximo adversário da equipa bávara na liga dos campeões, o Real Madrid. Isto tudo para que a equipa não perca a concentração na disputa da Bundesliga. Mesmo assim alguns jogadores arranjaram forma de falar do confronto com a equipa de Madrid, escapando à multa. Ora vejamos:

“Sim, anseio bastante jogar contra a equipa espanhola que usa camisolas brancas”

Roy Makaay

“Mal podemos esperar pelo confronto com a equipa que é treinada pelo Carlos Queiroz e que joga num estádio chamado Santiago Bernabeu”

Oliver Kahn


Os jogadores e treinadores do FK Dínamo Vranje, uma equipa da terceira divisão da antiga Jugoslávia, está em greve de fome. Até que a direcção do clube se demita em bloco, os jogadores e equipa técnica estão barricados no estádio do clube, recusando-se a sair enquanto as suas exigências não forem executadas.

Por último, um jogador do Patrick Thistle perdeu a memória, devido a um choque com um jogador adversário, em jogo da primeira liga escocesa. Como forma de animar o jogador e, ao mesmo tempo, melhorar os resultados da equipa, o treinador ordenou que a partir de agora todos os profissionais do plantel comecem a chamar, ao jogador amnésico, de Pele. Isto tudo para que até ao dia que o jogador recupere a sua memória, jogue como o Pele...


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